Nos últimos tempos, a Ubisoft tem enfrentado uma série de críticas relacionadas às opções de romance em seus jogos, especialmente quando se trata de relacionamentos entre personagens do mesmo sexo. A polêmica, que já havia surgido com o lançamento de Kingdom Come: Deliverance II, voltou a se repetir com o lançamento de Assassin’s Creed Shadows.
O Esclarecimento da Ubisoft
Diante das reclamações que ganharam força nas redes sociais, a Ubisoft decidiu se pronunciar oficialmente sobre o assunto. Através de uma postagem feita hoje mais cedo, a desenvolvedora lembrou a todos que os romances presentes em seus RPGs são inteiramente opcionais. Ou seja, os jogadores têm a liberdade de escolher se desejam ou não explorar esse tipo de interação com os personagens.
Romances Opcionais Desde Assassin’s Creed Odyssey
Vale destacar que a franquia Assassin’s Creed já oferece essa liberdade de escolha desde o lançamento de Assassin’s Creed Odyssey. Naquele jogo, tanto Kassandra quanto Alexios podiam se relacionar com personagens de qualquer gênero, sem que isso interferisse na progressão principal da história.
O mesmo sistema foi mantido em Assassin’s Creed Valhalla, no qual o personagem Eivor também possuía liberdade para formar laços amorosos com NPCs de qualquer sexo.
Comunicado Oficial
No comunicado oficial, a Ubisoft destacou que o principal objetivo da empresa é oferecer aos jogadores uma experiência personalizada, na qual eles podem moldar seus personagens e suas histórias da maneira que acharem mais interessante. A desenvolvedora reiterou que o sistema de romances é apenas uma opção a mais para enriquecer a imersão e a narrativa, sem que isso seja imposto a quem não deseja explorá-lo.
Confira a postagem oficial da Ubisoft: Clique aqui
A Inclusão Continua
Apesar das críticas, a Ubisoft não deu sinais de que pretende modificar o sistema de romances nos seus RPGs futuros. Pelo contrário, a desenvolvedora continua comprometida em garantir que seus jogos ofereçam opções inclusivas e acessíveis para todos os tipos de jogadores.
E você, o que acha dessa polêmica? Acha que os romances opcionais são uma boa escolha para deixar os jogos mais inclusivos? Deixe sua opinião nos comentários!